29 de julho de 2020

MR Som se reinventa em tempos de pandemia e realiza eventos online


O setor de eventos corporativos representa 4% do PIB nacional, segundo dados de 2019 da Ubrafe (União Brasileira dos Promotores de Feiras). A pandemia e o isolamento social abalaram essa indústria: no País, cerca de 400 eventos de grande porte* foram transferidos do primeiro para o segundo semestre deste ano, mas sem data confirmada para serem realizados. O crescimento exponencial no número de novos infectados e de mortes indica que muitos desses eventos serão cancelados ou adiados para ano que vem ou 2022.

Durante a quarentena, os eventos digitais representam uma das únicas ferramentas de comunicação possíveis, e pensando nisso a MR Som de Campos Novos, encontrou na tecnologia e nas mídias sociais uma saída pra enfrentar a situação atípica.


Em entrevista ao Portal Correio Camponovense, o diretor administrativo da empresa MR Som, Márcio Azevedo, e na oportunidade o empresário comenta que o momento forçou a empresa ser criativa. 

“A situação forçou a empresa a realizar uma estratégia, entre elas, foi a atualização com o oferecimento de um estúdio virtual onde os eventos presenciais são transformados em online, ou seja, um congresso uma palestra um show de um artista as tradicionais LIVES. Elas podem ser realizadas sem público sem aglomeração de pessoas em nossos estúdios, transmitido via internet pelos canais youtube, facebook entre outros.

Segundo Márcio Azevedo, a empresa também está oferece a locação de equipamentos para famílias. “As pessoas podem locar uma tela de 200 polegadas para assistirem lives, filmes entre outras atrações”, comentou.


Em 2020 a MR Som completou 11 anos, com uma média de 250 eventos por ano. Do dia 15 de março quando foi iniciada a paralização por decreto do governo devido à pandemia até o mês de julho a empresa MR Som tinha 100 eventos agendados, sendo que 20% foram adiados e 80% cancelados pelos empresários. 

“Do ano passado pra cá aquele que era pra ser o melhor ano da história da MR Som no setor de eventos e até na questão da economia, acabou se tornando o pior ano, em virtude da questão da pandemia”, observa Márcio.




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